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O bisturi não corta o hábito: O que o seu cirurgião não consegue ver, mas o meu laudo mostra.

O bisturi resolve o seu estômago. Quem resolve o seu "gatilho"?

Operar o corpo é a parte fácil. O problema é que, depois da cirurgia, a sua mente continua exatamente a mesma. Se você é impulsivo hoje, você será um impulsivo operado amanhã. E é aí que o perigo mora: a comida some, mas a ansiedade fica. Você sabia que o seu corpo toma decisões "erradas" milésimos de segundo antes de você pensar nelas?

Muitas pessoas acreditam que a falha em uma dieta pós-bariátrica ou o arrependimento após uma cirurgia definitiva é falta de "força de vontade". Não é. A ciência revela que a nossa impulsividade está escrita no nosso tônus muscular. Se o seu sistema nervoso está em um estado de "tensão de busca", não importa o quanto você tente se controlar racionalmente; quando você se der conta, já terá agido por impulso.

Por que isso importa na sua avaliação? Muitos psicólogos fazem apenas perguntas. Eu avalio a sua dinâmica motora. Através de testes de precisão neuromuscular, eu consigo enxergar se o seu corpo está "armado" para o impulso. Eu vejo o que a sua consciência tenta esconder: a sua real capacidade de dizer "não" quando a pressão do pós-operatório chegar.

Saber disso antes de operar não é apenas uma curiosidade; é o que define se você terá sucesso ou se entrará para a estatística do reganho de peso e do arrependimento.

Meu trabalho não é te dar um "visto" no papel. É garantir que você não troque a comida pelo álcool, pelas compras ou por uma depressão severa daqui a 6 meses.

Eu utilizo uma tecnologia de avaliação que lê o seu sistema nervoso. Eu entrego a segurança que o seu cirurgião precisa e a proteção que a sua vida exige.

Quer operar com a certeza de que não vai jogar seu dinheiro e sua saúde fora? Vamos falar sobre o seu laudo.




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